A Justiça da Bahia autorizou a exumação do corpo de Adriano da Nóbrega, que foi morto em Esplanada (170 km de Salvador), em fevereiro de 2020. Novas exames serão feitos para saber as circunstâncias de sua morte. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo.
O ex-PM que era apontado como chefe de milícia no Rio de Janeiro e tinha ligação com a família do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ele foi citado na investigação que apura o esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro.
De acordo com fontes ouvidas pela coluna, a exumação foi necessária para que possam ser utilizados exames de imagens para detalhar os traumatismos ósseos causados pelos disparos. O inquérito da Polícia Civil baiana afirma que Adriano atirou sete vezes contra policiais militares antes de ser atingido por dois tiros.
Ainda segundo a publicação, o novo exame poderá compreender o caminho dos tiros que atingiram Nóbrega e comparar com os relatos policiais que participaram da ação. A segunda perícia feita feita após a morte dizia que o atirador estaria a uma distância superior a 1,5 metro.
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